Incoming

Yes, Sailor. Me again.

Oozing some sylable-sewn clusters from the spot I always, 'n-I-meanalways miss when I shave. If you recall, last time I promised, you know what, but I'll have to send it by mail or carrier - as usual, depends on the rain.
Just a minute.
Oxen passing by.
...
Yes, I thought they'd have retired by now. I thouht all this urging and stable-pasture comes'n'go's would be l o n g gone now. You know, it's 2010. it's 25 years. it's preposterous.

This is actually a routine update. The ever-cha[lle]nging aw[kward]esome myth remains. As planned, everyone believes there's something else[where].

About the soma order, make it double this time. Gregor didn't make it, we've run out of cider.

... 40-day-long rain makes everything difficulter.

Vícios, parte 2


Hoje, continuo anteontem.
Começo com duas tuitadas:
O link do @twelvenights fala de 10 vícios modernos, dentre os quais estão a preguiça, o sexo, a internet e escapismos diversos.
Coisas que tentamos colocar no dia a dia de forma compulsiva - vícios.
Ai acaba o dia a dia.

Vícios se enfiam no meio e querem se tornar fins a todos os meios. A lista é divertida, por realmente enfatizar um monte de coisas que a vida moderna nos faz buscar compulsivamente, como estar sempre certo ou sempre sentado. Certo e sentado então, puro êxtase! Creio que alguns dos itens seriam sub-categorias de outros e faltaram algumas coisas, como o já clinicamente constatado vício de olhar a todo momento para o celular, sem motivo aparente. Mas vale o clique.

Algumas mortes são anunciadas publicamente. Nietzsche colocou Deus no obituário, uma revista de tecnologia, há um tempo, anunciou também o funeral do teclado, com o lançamento do iPhone e hoje o Millôr condena o dia a dia.

Dia a dia, os ritos, a rotina. Falaram tão mal disso que hoje, tentando colocar a todo momento alguma distração no meio dos afazeres diários, não se sabe ao certo do que se foge nos momentos de get away from it all.



Coffeeless experience 2.0 – Week 1 [sobre quebras de rituais/vícios/costumes]

Sim, foi uma semana.
Uma semana que me fez pensar na real diferença entre rituais, costumes e vícios, sejam eles químicos, psicológicos ou culturais. Isso por que mais que um vício, cortei o ritual. Aqueles minutos em que lentamente os planos do dia tomam forma na cabeça enquanto, maquinalmente (religiosamente?) coador, pó, água... se foram. Dentre outros.

Há sempre espaço para outros vícios/ritos.
Hoje a corrida foi acompanhada. E recomendo que, se forem se exercitar com mais gente, que sejam amigos de verdade. Ainda haverá uma leve vergonha daquela preguiça de dar a última volta, mas não tanta a ponto de você sair totalmente do seu ritmo. Obviamente isso serve de metáfora a qualquer outra coisa que façamos na vida, mas, como sempre, as metáforas deixo com ele.

Desci à praia no feriado.
Outra quebra.
Ir à praia, nos últimos bons anos, foi uma atividade socialmente definida. Algo a se fazer com um grupo de amigos, com bagunça e areia e água. Dessa vez a proposta foi outra. Muita conversa, e muita ideia enquanto a praia, salvo por duas breves caminhadas, se tornava um quadro vivo no vidro da sacada. E continuo respondendo o 'Por que?' com 'Por que não?'.
Aliás, Santos é uma cidade bem boa.



Coffeeless experience 2.0 – Day ?

Quinto, sexto dia, sei lá. O Vitor disse que seriam 21 dias, segundo pesquisas, pra que meu corpo tomasse a falta de café como um hábito. Acho que a coisa já está caminhando pra esse lado. Certo que outro dia me voltei aos copos da escola para tomar um pouco d'água e quando vi o copo estava já pela metade de café, mas tudo bem. Hoje a manhã foi a primeira com poucas horas de sono desde o começo da brincadeira. Tudo correu bem, bem demais.
Pra falar a verdade, da primeira vez foi muito mais difícil. A coisa era forçada e havia prazo. Havia o dia de voltar ao que era antes. Acho que dessa vez eu assumi um recomeço pro resto da minha vida.
...
sim.
Hora de limpar a sujeira. O café foi uma das primeiras.
... as próximas vou informando.

Coffeeless experience 2.0 – Day 2

Achei que o dia correria bem, como disse no post anterior, e comecei correndo, e muito bem. Voltei, estudei e tudo estava ótimo. Até começar as primeiras aulas. Não sei se uma abrupta mudança alimentar, a falta de cafeína, o início dos exercícios ou tudo junto de um jeito bem desregrado com a sinusite: a coisa ficou feia. Após chegar em casa na terça passei bem umas 15 horas num período que parecia crise de abstinência. Dores de cabeça, pernas cansadas e um pouco de tontura. Pensei que fosse desistir. Mas acontece que ontem a manhã transcorreu melhor e, até o momento, tudo parece ter entrado nos eixos.
64h30 limpo, e contando.